quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Então é o seguinte...

O monitor do meu computador portátil deu o berro. Como estava dentro da garantia, levei-o à Worten (onde foi comprado) e eles então, mandaram-no para arranjar. 
Um mês depois, o meu namorado, foi buscar o portátil, e maravilha, das maravilhas, "apagaram TUDO o que eu tinha...É que tudo mesmo... "Ah! que estava no contrato e que não se responsabilizavam"..."Ah! que eu devia ter visto"... "Ah! que não vale a pena reclamar... "A pergunta é: há gente MESMO estúpida,  idiota e mal formada no nosso país não há? Não é impressão minha pois não? Uns dias antes ligaram a perguntar se eu queria um carregador original que custava 80€ porque o meu já estava um bocadinho danificado...Ah bom! Para isso faz todo o sentido ligarem, mas para perguntarem se podem apagar 10 anos da minha vida não. Olha agora se vale a pena!
Eu não sou nada de vinganças...mas que isto não fica assim, ai não fica não. 

Estou tipo...desesperada. 

Sobre aquilo que as pessoas são...

domingo, 4 de setembro de 2011

Oração a Ti, que me ouves

Desculpa...Sabes que não é nada contra Ti. Estou cansada. E talvez isso não seja justificação para nada. Ou talvez sim... 
É por minha causa. É por causa da confusão e da dor e da incerteza. É por causa de não saber se é por aqui. É por ter quase a certeza absoluta que não é, de facto, por aqui. E depois, quando me sinto assim, falta-me tudo e a força também. 
Desculpa se estou a falhar. É de propósito. É a maneira mais simples (e mais cobarde) de revolta. Contra esta coisa em que vivemos. Não tenho jeito para grandes lutas. Sou atrapalhada na hora de optar e falo baixinho. Por isso não sei lutar de outra maneira. 
Vamos fingindo que é tudo normal e que a vida passa e que é assim mesmo e que tem de se aguentar porque as coisas estão mal e que não se pode ter muitas ilusões...Mas um dia já não dá mais. E acabou-se. É por isso que abomino vidas mornas e decisões assim-assim e vai-se andando. Porque um dia, acabou-se mesmo, quando na verdade, já tinha acabado há tanto tempo! 
Falho para provar a mim própria que já não consigo não falhar, que estou farta e que quero lá saber o que pensa o mundo! 
Mas desculpa. 
E ajuda-me por favor...como sempre.

sábado, 3 de setembro de 2011

Desabafo contido

Nem sempre podemos dizer tudo o que nos apetece pois não?


Pois...é pena.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Das opções

É chato. Diria até que é o mais chato de tudo. Não gosto de optar. Implica sempre renúncia. Implica sempre risco. E eu não gosto de arriscar.
Optar é uma amputação de alguma parte da vida. Da minha vida, caraças! Na verdade, eu gostava era de ficar com tudo. Mesmo que esse tudo acarretasse também algumas partes más. Mas não dá. A sério que não. Tinham-me avisado, mas eu não quis saber. Tentei (alucinada!) mas não deu.
A toda a hora, a cada instante, aparece a opção. Intempestiva, arrogante,implacável. Estúpida! "Ou queres ou não queres! Decide! Opta! Arrisca!." E se eu cair? E se no passo seguinte me faltar o chão? E se doer?... E continua o jogo de escondidas...o "vê lá se adivinhas..."
Não...não quero seguir instintos nem ouvir o coração...Oh! Isso é tão vago!...e tão cansativo... Eu queria era por alguns instantes, poder não decidir. Só para saber como é dar descanso ao coração e ao instinto. Só para seguir por ali porque sim. Só porque sim sem nada mais.

Qual é a coisa qual é ela...

...que está quase a terminar, sem nunca ter começado?
Solução: O Verão 2011. 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Já alguma vez tinha dito....


...que esta é a canção da minha vida?

Das alianças III

Ele - Comprei-te uma bolsinha para a máquina fotográfica
Eu - Oh...obrigada! Querido! (beijinho)
Ele - Emprestas-me a tua máquina para levar p'ró Avante?
...

Gajos...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

JMJ II

Fui e não voltei. Porque quero ficar para sempre com o mesmo espírito que se vive numa Jornada Mundial da Juventude. Quero recordar para o resto da minha vida cada momento, cada canção, cada oração que aconteceu em Madrid. Nem vou tentar explicar como foi porque só quem está, é que entende. A mim, já ma tinham tentado explicar em palavras como "multidões", "cansaço" "maravilha"...mas mesmo assim, eu estava realmente longe, muito longe de imaginar.
A grande mudança foi sem dúvida o facto de hoje, digam o que disserem, eu sentir um imenso amor pela Igreja que sou e à qual pertenço. Uma Igreja que é de facto imperfeita (muito, às vezes) mas que é também, sem sombra de dúvida, um espaço que ajuda os homens a caminharem com um rumo que vale a pena. 
A grande certeza...a Igreja não está morta nem envelhecida, nem é sombria ou triste. Foram os 2 milhões de jovens que não arredaram pé quando desabou uma forte tempestade de chuva e vento que ma deram. Os mesmos que caminharam quilómetros sob o tórrido sol do Verão de Madrid. Os mesmos que em recolhimento profundo procuraram encontrar-se com Algo maior. 
O grande desejo...ser sempre e cada vez mais firme na fé. Porque a vida assim, vale a pena.