Fui e não voltei. Porque quero ficar para sempre com o mesmo espírito que se vive numa Jornada Mundial da Juventude. Quero recordar para o resto da minha vida cada momento, cada canção, cada oração que aconteceu em Madrid. Nem vou tentar explicar como foi porque só quem está, é que entende. A mim, já ma tinham tentado explicar em palavras como "multidões", "cansaço" "maravilha"...mas mesmo assim, eu estava realmente longe, muito longe de imaginar.
A grande mudança foi sem dúvida o facto de hoje, digam o que disserem, eu sentir um imenso amor pela Igreja que sou e à qual pertenço. Uma Igreja que é de facto imperfeita (muito, às vezes) mas que é também, sem sombra de dúvida, um espaço que ajuda os homens a caminharem com um rumo que vale a pena.
A grande certeza...a Igreja não está morta nem envelhecida, nem é sombria ou triste. Foram os 2 milhões de jovens que não arredaram pé quando desabou uma forte tempestade de chuva e vento que ma deram. Os mesmos que caminharam quilómetros sob o tórrido sol do Verão de Madrid. Os mesmos que em recolhimento profundo procuraram encontrar-se com Algo maior.
O grande desejo...ser sempre e cada vez mais firme na fé. Porque a vida assim, vale a pena.






