sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mudanças

Sinto-me nómada. Fazendo bem as contas, desde que saí de casa dos meus pais, é a oitava vez que mudo de casa. Digamos que...ESTOU FARTA. E se pelo menos eu fosse uma pessoa organizada, a coisa simplificava bastante...O problema é que não sou. Estão a imaginar a confusão que é? Não...não imaginam. Hoje de manhã não encontrava nada do que queria e tive de vestir a primeira roupa minimamente decente que me apareceu. Além disso, dormi mal, estranhei os cheiros e os ruídos novos porque sou muito picuinhas nestas coisas. 
Bom...apesar deste pesadelo das mudanças, acho que vou gostar de morar por aqui. É grande (enorme vá...), tem sol e uma lareira. Tudo o que preciso para ser (quase) feliz. O problema é mesmo o investimento em decoração...mas pronto...lá terá de ser...aos 26 anos convém começar a pensar nestas coisas.
Estou exausta e ainda tenho de pôr tudo em ordem...com a ajuda da minha mãe claro...que é uma querida. E vai ter mesmo de ficar tudo ao meu gosto porque desta só vou sair quando decidir ter a MINHA casa.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Entre fugir ou enfrentar?...

...escolho fugir.

Porque não me apetece argumentar. 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O segredo

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver amor,
sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
 Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,
se não tiver amor, nada sou.
Ainda que eu reparta todos os meus bens
e entregue o meu corpo para ser queimado,
se não tiver amor,
de nada me aproveita.
O amor é paciente,
o amor é prestável,
não é invejoso,
não é arrogante nem orgulhoso,
nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,
não se irrita nem guarda ressentimento.
Não se alegra com a injustiça,
mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim,
o dom das línguas cessará,
e a ciência será inútil.
Pois o nosso conhecimento é imperfeito,
e imperfeita é também a nossa profecia.
Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança,
falava como criança, pensava como criança,
raciocinava como criança.
Mas, quando me tornei homem,
deixei o que era próprio de criança.
Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa;
depois, veremos face a face.
Agora, conheço de modo imperfeito;
depois, conhecerei como sou conhecido.
Agora permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança, o amor;
mas a maior de todas é o amor
."

Coríntios 1, 1-13

sábado, 29 de janeiro de 2011

Manual prático da saúde mental III

Nunca na vida tentes fazer várias coisas importantes ao mesmo tempo.
Vais acabar por fazê-las todas mal feitas.



Notinha: Se isto é uma coisa tãaaao básica...porque raios eu acabo sempre por fazer a mesma porcaria? Arre...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ridícula.

Eu. Adianta tanto pessimismo? Adianta? Se adiantasse ainda vá que não vá. Mas não. É que cada vez me afundo mais nas minha percepção de que está tudo uma desgraçada. E cada vez a desgraça fica maior.
Por isso mesmo, não entendo porque raios os meus últimos posts são esta miséria que se vê. Segundo o livro "O Segredo", eu devo ser a criatura mais eficaz no que toca à atracção da desgraça.

É que nunca mais aprendo.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Saudades de mim

Ando perdida. Acontece-me às vezes. A minha orientação espacial nunca foi grande coisa e se calhar é por isso. Dei por mim a pensar que tenho saudades de mim. Saudades daquilo que sou realmente e que não tenho conseguido ser por inúmeras razões. Crescer é estúpido. Acho que crescer devia aproximar-nos daquilo que somos, mas na verdade, tem o efeito contrário. Pelo menos em mim tem. 
Tenho saudades de sonhar sem pesadelos. Saudades de acreditar nas coisas e nas pessoas com simplicidade. Saudades de ter a certeza que a vida é maravilhosa sempre...até quando não é tão maravilhosa assim. Saudades de ter tempo para chorar comovida com uma música bonita. Saudades de me apetecer sair sem hora para chegar. Tenho saudades caramba...daquilo que eu sei que sou mas que já não consigo nem sei bem porquê.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pois é

Já estamos em 2011. Dois mil e onze anos depois cá estamos nós. Depois do primeiro Natal, aqui nos encontramos neste mundinho estranho onde o pessoal anda todo meio baralhado em relação ao que faz por estes lados. Isso, claro, na melhor das hipóteses...porque há também quem nem pense no assunto. Anda aqui porque sim. Não se preocupa muito em perceber o motivo. Calhou. 

Nós, os do Ocidente, somos extremamente civilizados e avançados e senhores das nossas vidas.Por isso, é que dois mil e onze anos depois, o Ocidente acha-se capaz de tomar as rédeas sozinho. Chegamos por isso a este lugar maravilhoso onde tudo acontece porque o engenho humano faz tudo acontecer. 
E assim é. À beira do abismo, continuamos orgulhosa e estupidamente sós. 

Deus?...Deus, para quê?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

As últimas conclusões


Já gostei mais de neve do que gosto actualmente.

Dizer sempre o que se pensa não é uma virtude. É um defeito e dos graves (especialmente quando este comportamento está associado a uma total falta de sensibilidade).

Sou mais perfeccionista do que pensava.

Bolo de azeite e mel é o meu bolo preferido.

Não gosto de encarar o meu dia como se fosse o último da minha vida. Viver sob pressão é horrível. Prefiro encará-lo como se fosse o primeiro.

Ter sofá novo faz com que eu goste mais de ver TV.

Ando sem paciência.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não é que me tenha esquecido...

...é mesmo falta de tempo, de inspiração, de paciência e de motivação para escrever. Um blog precisa de alguém que se dedique a ele, e eu neste momento, sinceramente, sou tudo menos uma pessoa dedicada ao que quer que seja. 
A pessoa que inventou as férias, sabia o que fazia e percebeu que elas eram mesmo necessárias. E férias, é coisa que eu não tenho já lá vai meio ano.
Se eu não fosse uma pessoa educada, escrevia aqui uma série de palavrões que é o que me apetece. Como não o farei, resta-me ir dormir e esperar que amanhã o ânimo melhore que isto hoje, tal como diz uma das velhotas lá do lar "não está p'ra risas".


Nota: Risas = risos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Manual prático da Saúde Mental II

Não caias no erro de querer encontrar uma explicação que caiba na TUA lógica,  para tudo o que te acontece.

A lógica humana é demasiado imperfeita.