quarta-feira, 5 de maio de 2010

A segunda pior coisa do mundo...

...é pensarmos que uma pessoa é aquilo que não é. A primeira é pensarmos que não somos aquilo que deveríamos ser.

13 comentários:

B disse...

Um texto tão pequenino que pode suscitar uma reflexão de tanto tempo...
É triste e doloroso, sobretudo, descobrir que estamos àquem do que deveríamos ser. Mas também é certo que isto acontece com imensa frequência e, quanto mais cedo o percebermos, mais depressa começaremos a remar na direcção certa...

ADEK disse...

É bem verdade!*

Olhos Dourados disse...

Se calhar.

Fabi disse...

B..mas às vezes é tãaaaaaao difícil remar na direcção certa...

Adek...* =)

Olhos Dourados...é mesmo!

Oscar Tomé disse...

E não é que me fez pensar que começo a fazer parte da pior coisa do mundo...

Fabi disse...

Óscar...então toca a lutar contra isso! =)

Daniela Rico disse...

Tens toda a razão Fabi!!!
Mas é triste saber que não somos como deveriamos, embora aí estejamos nós para mudarmos isso, o quanto antes possível... Mais triste (em 2º lugar =P) está o perceber que confiamos em alguém que não é nada do que pensamos, e além disso é exactamente o contrário nas nossas costas....

Um bj =D

vou continuar a "seguir-te"

Meio Cheio disse...

Nós não "deveriamos ser" nada em particular...devemos apenas ser o que somos e dar o nosso melhor nisso...não seguindo nenhum plano...pois se o fizermos, não somos nós, mas apenas um plano =)

Mas sim...saber que alguem não é quem pensamos...é mau...muito mau.

Beijinho =)*

Fabi disse...

Meio Cheio...o desafio é exactamente esse...sermos nós mesmos. Descobrirmos que não somos quem deveríamos ser é descobrirmos exactamente que não somos autênticos...

Sus disse...

Poucas palavras que podem dizer muito!

Beijo

disse...

Nossa... duas linhas pra falar de tanta coisa!
Gostei muito, de verdade! =]

Fabi disse...

Sus Fê, obrigada =)

Utópico disse...

A pior coisa do mundo, cabe-nos a nós mudá-la, ou aprendermos a viver com isso e rumar à felicidade.

A segunda pior coisa do mundo, cabe-nos a nós aprender a descobri-la por aí fora, para não virmos a sofrer mais tarde.