terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Sonhos mas a sério.

O meu sonho é ter um sonho a sério. Daqueles sonhos grandes que não te dão sossego enquanto não se tornam reais...sabes? Eu não. Eu não sei. Eu tenho sonhos pequenos e fracos. Demasiado fracos para me fazerem levantar todas as manhãs e ir à luta. Vou sonhando aos poucos. Devagarinho. E se algum sonho começa a tornar-se demasiado grande, trato logo de o fechar à chave dentro de uma das mil gavetas do meu coração. Sei lá...acho que tenho medo. Acho que a luta diária pela simples sobrevivência já é tão desigual, que arriscar lutar ainda mais, me iria deixar de rastos. Mas isso, é porque não tenho um sonho que valha realmente a pena. Se tivesse, de certeza que não me importava...de certeza que não. Olho para gente que corre atrás, levanta-se demasiado cedo, deita-se demasiado tarde, e acho essa gente obstinada...mas gosto de ver...e gostava de conseguir. Mas isso, era se tivesse um sonho realmente grande. Um dia já tive. Mas como tenho sempre demasiado medo, fechei-o numa das mil gavetas do meu coração. E os sonhos não gostam de estar fechados. Acabam por definhar e morrer. É o medo, traiçoeiro, sempre a estragar a vida. A dar cabo da vida. Quem me dera ter um sonho que o destruísse de vez...Isto é um sonho grande não é?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Esta semana só é sexta feira no domingo. Já disse que odeio trabalhar nos fins de semana?

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Amizade exige algumas coisas claro que sim.

Amigos são como as estrelas o tanas. Ou tens o mínimo de contacto** (e o mínimo penso que deva ser, segundo a minha experiência que apesar de não ter valor científico nenhuma não deixa de ter valor, uma vez por mês) ou esquece a amizade. Amigos que não se importam em saber se estou viva? Não muito obrigada. 


**con·tac·to |ct| 
substantivo masculino
1. Estado dos corpos que tocam uns nos outros.
2. Relação dessa comunicação.
3. [Figurado]  Proximidadeinfluência.

"contacto", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008 2013, http://www.priberam.pt/DLPO/contacto [consultado em 22-01-2015].

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Muito. Bom.

A melhor coisa má para a saúde que inventaram foi esta. A sério. Comia cinco de uma vez sem me custar nadinha.

Repito: coisa má para a saúde. Só permitida em caso de vida ou morte. Tipo hoje. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Hoje estou um bocado desmotivada. Deve ser do tempo.

Isto do foco e de alcançar objectivos é tudo muito bonito até ao momento em que chego a casa depois de um dia de trabalho, e tenho o jantar para fazer,  uma pilha de roupa para passar, mais uma de loiça, pó até mais não por todo o lado e setecentas coisinhas mais que nem é bem pensar. Para mim, que sou um bocado flor de estufa no que toca a dormir e que fico logo com o sistema imunitário todo lixado se não durmo as minhas oito horinhas, pensar em concretizar objectivos após as onze e meia da noite, é praticamente impossível. E não me venham com a história da força de vontade que eu até me considero uma pessoa motivada. E eu não tenho filhos e tenho um homem que me ajuda imenso. Assim sendo, vamos andando e amanhã logo se vê. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Conclusões de final de semana.

As boas intenções das pessoas são quase sempre mentira. Esta é a verdade que, com quase 30 anos de idade ainda me custa aceitar. Há conhecidos, há simpáticos, há até bondosos mas amigos...é assim a vida e eu tenho a sorte de ainda ter alguns (poucos mas os melhores de sempre). 
O que vale é que hoje é sexta feira e a vida parece sempre mais bonita às sextas feiras. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Promessas (sem cobranças) e desejos para 2015

- Comida sem glúten (adeus pão, adeus massas, adeus pizza) (mas não para sempre)
- Caminhadas (menos quando a temperatura descer dos 0 graus)
- Livrinho editado 
- Organização exemplar do escritório
- Viagem à Madeira
- Viagem a la France

E pronto. Conseguindo estas coisas serei uma mulher feliz. 


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Dois mil e catorze numa palavra


Vou sempre lembrar dois mil e catorze como o ano do meu casamento que foi o dia mais maravilhoso e incrível da minha vida (dizem que a opinião muda depois do primeiro filho mas por enquanto ainda é assim).Meio ano depois revejo as fotos e os vídeos dezenas de vezes e  há quem diga que é dinheiro deitado fora mas meio ano a ver fotos e vídeos talvez já compense a despesa. Meio ano depois estou ainda mais apaixonada e também há quem diga que isso acaba um dia mas eu não acredito, chamem-me inocente que eu não me importo. Por isso, por mais que me esforce em pensar noutros acontecimentos de 2014, não consigo encontrar nada de relevante além do casamento. É como se dois mil e catorze e casamento fossem sinónimos e casamento é sem dúvida a minha palavra do ano. 
Para dois mil e quinze só queria que, daqui a um ano, a palavra escolhida fosse tão maravilhosa como a deste ano...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Preferia que fosse um engano

No fundo, acho que todos os portugueses preferiam que isto não fosse verdade. Que os nossos governantes não fossem corruptos e que, ao governarem pensassem no bem do País. É demasiado mau saber que se escolhe democraticamente, gente sem escrúpulos que se aproveita de Portugal inteiro para seu próprio benefício. Por isso, eu gostava que tudo não passasse de um mal entendido. De um infeliz engano. E que daqui a uns dias se viesse confirmar que não houve nada de errado na conduta de quem esteve anos à frente do (meu) destino deste país. 
Enfim...gostava muito. Mas se não for possível, então, que se faça justiça.