Repito: coisa má para a saúde. Só permitida em caso de vida ou morte. Tipo hoje.
Porque na aridez das emoções, uma lágrima pode trazer a vida. E porque gosto do ré maior. Gosto e não se fala mais nisso.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Muito. Bom.
A melhor coisa má para a saúde que inventaram foi esta. A sério. Comia cinco de uma vez sem me custar nadinha.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Hoje estou um bocado desmotivada. Deve ser do tempo.
Isto do foco e de alcançar objectivos é tudo muito bonito até ao momento em que chego a casa depois de um dia de trabalho, e tenho o jantar para fazer, uma pilha de roupa para passar, mais uma de loiça, pó até mais não por todo o lado e setecentas coisinhas mais que nem é bem pensar. Para mim, que sou um bocado flor de estufa no que toca a dormir e que fico logo com o sistema imunitário todo lixado se não durmo as minhas oito horinhas, pensar em concretizar objectivos após as onze e meia da noite, é praticamente impossível. E não me venham com a história da força de vontade que eu até me considero uma pessoa motivada. E eu não tenho filhos e tenho um homem que me ajuda imenso. Assim sendo, vamos andando e amanhã logo se vê.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Conclusões de final de semana.
As boas intenções das pessoas são quase sempre mentira. Esta é a verdade que, com quase 30 anos de idade ainda me custa aceitar. Há conhecidos, há simpáticos, há até bondosos mas amigos...é assim a vida e eu tenho a sorte de ainda ter alguns (poucos mas os melhores de sempre).
O que vale é que hoje é sexta feira e a vida parece sempre mais bonita às sextas feiras.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Promessas (sem cobranças) e desejos para 2015
- Comida sem glúten (adeus pão, adeus massas, adeus pizza) (mas não para sempre)
- Caminhadas (menos quando a temperatura descer dos 0 graus)
- Livrinho editado
- Organização exemplar do escritório
- Viagem à Madeira
- Viagem a la France
E pronto. Conseguindo estas coisas serei uma mulher feliz.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Dois mil e catorze numa palavra
Vou sempre lembrar dois mil e catorze como o ano do meu casamento que foi o dia mais maravilhoso e incrível da minha vida (dizem que a opinião muda depois do primeiro filho mas por enquanto ainda é assim).Meio ano depois revejo as fotos e os vídeos dezenas de vezes e há quem diga que é dinheiro deitado fora mas meio ano a ver fotos e vídeos talvez já compense a despesa. Meio ano depois estou ainda mais apaixonada e também há quem diga que isso acaba um dia mas eu não acredito, chamem-me inocente que eu não me importo. Por isso, por mais que me esforce em pensar noutros acontecimentos de 2014, não consigo encontrar nada de relevante além do casamento. É como se dois mil e catorze e casamento fossem sinónimos e casamento é sem dúvida a minha palavra do ano.
Para dois mil e quinze só queria que, daqui a um ano, a palavra escolhida fosse tão maravilhosa como a deste ano...
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Preferia que fosse um engano
No fundo, acho que todos os portugueses preferiam que isto não fosse verdade. Que os nossos governantes não fossem corruptos e que, ao governarem pensassem no bem do País. É demasiado mau saber que se escolhe democraticamente, gente sem escrúpulos que se aproveita de Portugal inteiro para seu próprio benefício. Por isso, eu gostava que tudo não passasse de um mal entendido. De um infeliz engano. E que daqui a uns dias se viesse confirmar que não houve nada de errado na conduta de quem esteve anos à frente do (meu) destino deste país.
Enfim...gostava muito. Mas se não for possível, então, que se faça justiça.
domingo, 9 de novembro de 2014
Num Domingo em que não me apetece estar onde estou.
Estamos exactamente onde escolhemos estar. E isto, se por um lado é assustador, por outro é libertador. É que queixar-me da minha vida, nada mais é do que acusar-me a mim própria de ter sido negligente com a minha felicidade. E em relação a isso, há sempre remédio.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Bendito desespero
Sou desatenta. Desfocada. Desorientada. Ando ao sabor do vento e quando não há vento, ando ao sabor do que me apetece. Talvez por isso, nunca soube exactamente por onde começar e então comecei várias vezes por vários lados e fiquei assim, perdida no meio de vários caminhos.
Mas desta vez, é diferente. Desta vez eu escolhi um começo e decidi seguir por ali. Só. Porque me cansei, porque me desesperei. E o desespero, é na vida, sempre, mas sempre, se assim o quisermos, uma grande oportunidade de recomeçar.
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