sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Promessas (sem cobranças) e desejos para 2015

- Comida sem glúten (adeus pão, adeus massas, adeus pizza) (mas não para sempre)
- Caminhadas (menos quando a temperatura descer dos 0 graus)
- Livrinho editado 
- Organização exemplar do escritório
- Viagem à Madeira
- Viagem a la France

E pronto. Conseguindo estas coisas serei uma mulher feliz. 


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Dois mil e catorze numa palavra


Vou sempre lembrar dois mil e catorze como o ano do meu casamento que foi o dia mais maravilhoso e incrível da minha vida (dizem que a opinião muda depois do primeiro filho mas por enquanto ainda é assim).Meio ano depois revejo as fotos e os vídeos dezenas de vezes e  há quem diga que é dinheiro deitado fora mas meio ano a ver fotos e vídeos talvez já compense a despesa. Meio ano depois estou ainda mais apaixonada e também há quem diga que isso acaba um dia mas eu não acredito, chamem-me inocente que eu não me importo. Por isso, por mais que me esforce em pensar noutros acontecimentos de 2014, não consigo encontrar nada de relevante além do casamento. É como se dois mil e catorze e casamento fossem sinónimos e casamento é sem dúvida a minha palavra do ano. 
Para dois mil e quinze só queria que, daqui a um ano, a palavra escolhida fosse tão maravilhosa como a deste ano...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Preferia que fosse um engano

No fundo, acho que todos os portugueses preferiam que isto não fosse verdade. Que os nossos governantes não fossem corruptos e que, ao governarem pensassem no bem do País. É demasiado mau saber que se escolhe democraticamente, gente sem escrúpulos que se aproveita de Portugal inteiro para seu próprio benefício. Por isso, eu gostava que tudo não passasse de um mal entendido. De um infeliz engano. E que daqui a uns dias se viesse confirmar que não houve nada de errado na conduta de quem esteve anos à frente do (meu) destino deste país. 
Enfim...gostava muito. Mas se não for possível, então, que se faça justiça. 

domingo, 9 de novembro de 2014

Num Domingo em que não me apetece estar onde estou.

Estamos exactamente onde escolhemos estar. E isto, se por um lado é assustador, por outro é libertador. É que queixar-me da minha vida, nada mais é do que acusar-me a mim própria de ter sido negligente com a minha felicidade. E em relação a isso, há sempre remédio.  

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Bendito desespero

Sou desatenta. Desfocada. Desorientada. Ando ao sabor do vento e quando não há vento, ando ao sabor do que me apetece. Talvez por isso, nunca soube exactamente por onde começar e então comecei várias vezes por vários lados e fiquei assim, perdida no meio de vários caminhos. 
Mas desta vez, é diferente. Desta vez eu escolhi um começo e decidi seguir por ali. Só. Porque me cansei, porque me desesperei. E o desespero, é na vida, sempre, mas sempre, se assim o quisermos, uma grande oportunidade de recomeçar. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A prova de que este país está mesmo bom é estarmos a 28 de Outubro e ainda haver professores sem colocação.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Limite

O limite é onde já não consegues mais. Para lá do limite, os dias são sempre iguais e maus mesmo que sejam diferentes e bons. Nesse lugar, para lá do limite, tu já não te reconheces. 
E quando percebes que o ultrapassaste? Há quem insista em continuar nesse território e ser infeliz a vida toda só porque não tem a coragem de regressar e há quem arrisque e regresse.
Eu acho que já ultrapassei o meu. Acho não, tenho a certeza.  
E está na hora de regressar. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Apesar de haver pessoas irracionais...

...(oh se há!) e de eu ser totalmente contra touradas e toda a espécie de práticas que coloquem os animais em situação de sofrimento, os animais não são pessoas. Não são. E colocar em risco de vida uma população inteira por causa de um cão...isso é que não me parece nada racional.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A prova de que este país está mesmo bom é estarmos a 6 de Outubro e ainda haver escolas fechadas.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Três meses e dois dias depois...

...e apesar de ele falar e rir a meio da noite e de me acordar quase sempre, e de não gostar de varrer o chão da cozinha nem de limpar a casa de banho, casava-me outra vez.
E hoje, estou mais apaixonada do que no dia em que me disse que queria casar comigo.
Mais e mais de dia para dia.


Dúvida das 11:34h

O que fazer quando tens a certeza de que não é isto que queres mas não fazes ideia do que queres?

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Recriação

Dois dias e algumas horas para ir de férias. Dois dias. E algumas horas.
Para me recriar. Para pensar. Para decidir. Tem de ser desta. Vai ser desta. Vai ser desta.
Vai ser desta. Vai ser desta. Vai ser desta...

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Coisas que não gosto III

Xutos e pontapés.

Haverá mais alguém em Portugal que não goste? É que eu nunca na vida conheci ninguém e parece que os portugueses já nascem a gostar deles e eu acabo por me sentir um bocado esquisita. 

Setembro (?)

Ainda sou do tempo em que o Verão era no Verão, durava quatro meses e não tinha estes cheliques de só aparecer quando lhe dá na gana e Setembro era o mês das folhas a cair e das noites a ficarem mais fresquinhas. 
Trinta e sete graus a dois de Setembro quando no mês de Agosto não consegui dormir uma única noite sem pijama de mangas, é obra senhores. 
Desejo sinceramente que se mantenha assim a coisa até ao final do mês que daqui a uma semana vou laurear a pevide para a praia. 
Mas como as leis de Murphy me perseguem, quase consigo apostar que hão-de estar 42 graus no dia doze e 16 no dia treze que é o meu primeiro dia de férias. 
Aguardemos.  

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Frase do dia:

Não me chateies.

Isto dito em bom português não é tão educadinho mas não vale a pena.

Neura

Há dias em que a neura é tão grande que me apetece insultar toda a gente que me aparece à frente.
Hoje é o dia.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Coisas que não gosto II

Pessoas que dão erros ortográficos. Muitos. Vários na mesma frase. 

Não há ninguém que as avise?

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fase da vida nhec nhec

Ainda não consegui perceber se sou eu que tenho uma vida muito ocupada, monótona e triste com dias de 24 horas que só me dão para lutar pela sobrevivência e para um café rápido ou se é o resto do mundo que é absolutamente feliz, com dias imensos que dão para publicar fotos (muitas) na praia, na piscina, no campo, a montar a cavalo, a fazer o pino, a tomar banhos públicos, a comer lagosta e a saltar ondas em praias paradisíacas. 
Só espero que o mês de agosto passe mesmo muito depressa. 
Ámen.

P.S. - Sentiram uma leve inveja no meu discurso não sentiram?...Pois.