quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Setembro (?)

Ainda sou do tempo em que o Verão era no Verão, durava quatro meses e não tinha estes cheliques de só aparecer quando lhe dá na gana e Setembro era o mês das folhas a cair e das noites a ficarem mais fresquinhas. 
Trinta e sete graus a dois de Setembro quando no mês de Agosto não consegui dormir uma única noite sem pijama de mangas, é obra senhores. 
Desejo sinceramente que se mantenha assim a coisa até ao final do mês que daqui a uma semana vou laurear a pevide para a praia. 
Mas como as leis de Murphy me perseguem, quase consigo apostar que hão-de estar 42 graus no dia doze e 16 no dia treze que é o meu primeiro dia de férias. 
Aguardemos.  

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Frase do dia:

Não me chateies.

Isto dito em bom português não é tão educadinho mas não vale a pena.

Neura

Há dias em que a neura é tão grande que me apetece insultar toda a gente que me aparece à frente.
Hoje é o dia.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Coisas que não gosto II

Pessoas que dão erros ortográficos. Muitos. Vários na mesma frase. 

Não há ninguém que as avise?

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fase da vida nhec nhec

Ainda não consegui perceber se sou eu que tenho uma vida muito ocupada, monótona e triste com dias de 24 horas que só me dão para lutar pela sobrevivência e para um café rápido ou se é o resto do mundo que é absolutamente feliz, com dias imensos que dão para publicar fotos (muitas) na praia, na piscina, no campo, a montar a cavalo, a fazer o pino, a tomar banhos públicos, a comer lagosta e a saltar ondas em praias paradisíacas. 
Só espero que o mês de agosto passe mesmo muito depressa. 
Ámen.

P.S. - Sentiram uma leve inveja no meu discurso não sentiram?...Pois. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

segunda feira onze de agosto de 2014

Muito sono. Dor de barriga. Vontade de trabalhar inexistente. Muito sono.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Coisas que não gosto

Aquela moda da unha pintada de cor diferente das outras

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Beleza
























Gosto da beleza das coisas. Não sou prática. Não sou imediata. Detesto números. Detesto.
Gosto das coisas bonitas. Gosto da música. Gosto da arte, da cor e das lágrimas de alegria.
É aí que me encontro. É aí que me reconheço. Precisamente aí. No rigor subjectivo das coisas belas.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Casámos.

E foi tudo tão maravilhoso que ainda não estou em mim. Apetece-me voltar a viver tudo outra vez. Até o stress, até o herpes que apareceu duas semanas antes e que me deixou em pânico a pensar que aquilo ia acontecer no dia, até os pesadelos onde eu aparecia na Igreja vestida de calças de ganga porque me tinha esquecido de comprar o vestido. Tudo. Viveria tudo outra vez. O dia foi mágico, foi perfeito foi incrível! deixem-me escrever para relembrar...deixem-me escrever..
Acordei às seis da manhã apesar de a cerimónia estar marcada para as três da tarde. Acordei feliz e calma com uma ansiedade boa, desejosa que começasse depressa. Acordei com vontade de estar com o meu amor e isto deixou-me tão feliz que pensei que tinha decidido bem quando decidi casar com ele. Bebi o meu café, devagar e pensei que aquele seria o último café de solteira (as coisas que nos passam pela cabeça). Comi uma fatia de pão com manteiga e conversei com o meu tio. Fiz a minha cama e fui à cabeleireira com a minha mãe. O céu começou a escurecer e pensei que ia chover. E choveu. E não fazia calor. Depois o sol abriu. A partir daqui lembro-me de tudo como se fosse um sonho. Como se não fosse eu a estar ali, naquela realidade. O vestido, o véu, as flores, a minha mãe a chorar emocionada, a gravata verde do meu pai, as pessoas que amo em minha casa, os abraços apertados, o cheiro dos perfumes todos misturados, as gargalhadas, a minha mãe a cantar o Avé Maria de Schubert na minha entrada com aquela voz linda e doce, a Catedral de Miranda imponente, maravilhosamente decorada. Toda a cerimónia animada pelos amigos do coração, as surpresas que nos arrancaram lágrimas sem fim. O Sim para sempre, de um amor que começou por ser uma "paixão de Outono e se transformou no amor para a vida" como escreveu o meu amor para mim. 
Depois o arroz, as fotos, "O Prometido é Devido" do Rui Veloso, o "Boy Lilikoi" do Jonsi, os caretos de Varge, as mensagens no livro, a festa até doerem os pés, os balões luminosos no céu do rio Douro os amigos que vieram de longe para estarem connosco, e aqueles que sempre estiveram, a família...e o meu amor. Eu e ele num dia que ficará para sempre no nosso coração. Um dia que, quando a dificuldade chegar, nos recordará que a vida é cheia de beleza. Até quando chove. Até quando os dias não são tão quentes e a dureza do caminho nos deixa os pés doridos.
Hoje, só posso agradecer a Deus toda esta beleza que Ele colocou e continua a colocar no nosso caminho (...)