quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Coisas que não gosto II

Pessoas que dão erros ortográficos. Muitos. Vários na mesma frase. 

Não há ninguém que as avise?

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fase da vida nhec nhec

Ainda não consegui perceber se sou eu que tenho uma vida muito ocupada, monótona e triste com dias de 24 horas que só me dão para lutar pela sobrevivência e para um café rápido ou se é o resto do mundo que é absolutamente feliz, com dias imensos que dão para publicar fotos (muitas) na praia, na piscina, no campo, a montar a cavalo, a fazer o pino, a tomar banhos públicos, a comer lagosta e a saltar ondas em praias paradisíacas. 
Só espero que o mês de agosto passe mesmo muito depressa. 
Ámen.

P.S. - Sentiram uma leve inveja no meu discurso não sentiram?...Pois. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

segunda feira onze de agosto de 2014

Muito sono. Dor de barriga. Vontade de trabalhar inexistente. Muito sono.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Coisas que não gosto

Aquela moda da unha pintada de cor diferente das outras

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Beleza
























Gosto da beleza das coisas. Não sou prática. Não sou imediata. Detesto números. Detesto.
Gosto das coisas bonitas. Gosto da música. Gosto da arte, da cor e das lágrimas de alegria.
É aí que me encontro. É aí que me reconheço. Precisamente aí. No rigor subjectivo das coisas belas.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Casámos.

E foi tudo tão maravilhoso que ainda não estou em mim. Apetece-me voltar a viver tudo outra vez. Até o stress, até o herpes que apareceu duas semanas antes e que me deixou em pânico a pensar que aquilo ia acontecer no dia, até os pesadelos onde eu aparecia na Igreja vestida de calças de ganga porque me tinha esquecido de comprar o vestido. Tudo. Viveria tudo outra vez. O dia foi mágico, foi perfeito foi incrível! deixem-me escrever para relembrar...deixem-me escrever..
Acordei às seis da manhã apesar de a cerimónia estar marcada para as três da tarde. Acordei feliz e calma com uma ansiedade boa, desejosa que começasse depressa. Acordei com vontade de estar com o meu amor e isto deixou-me tão feliz que pensei que tinha decidido bem quando decidi casar com ele. Bebi o meu café, devagar e pensei que aquele seria o último café de solteira (as coisas que nos passam pela cabeça). Comi uma fatia de pão com manteiga e conversei com o meu tio. Fiz a minha cama e fui à cabeleireira com a minha mãe. O céu começou a escurecer e pensei que ia chover. E choveu. E não fazia calor. Depois o sol abriu. A partir daqui lembro-me de tudo como se fosse um sonho. Como se não fosse eu a estar ali, naquela realidade. O vestido, o véu, as flores, a minha mãe a chorar emocionada, a gravata verde do meu pai, as pessoas que amo em minha casa, os abraços apertados, o cheiro dos perfumes todos misturados, as gargalhadas, a minha mãe a cantar o Avé Maria de Schubert na minha entrada com aquela voz linda e doce, a Catedral de Miranda imponente, maravilhosamente decorada. Toda a cerimónia animada pelos amigos do coração, as surpresas que nos arrancaram lágrimas sem fim. O Sim para sempre, de um amor que começou por ser uma "paixão de Outono e se transformou no amor para a vida" como escreveu o meu amor para mim. 
Depois o arroz, as fotos, "O Prometido é Devido" do Rui Veloso, o "Boy Lilikoi" do Jonsi, os caretos de Varge, as mensagens no livro, a festa até doerem os pés, os balões luminosos no céu do rio Douro os amigos que vieram de longe para estarem connosco, e aqueles que sempre estiveram, a família...e o meu amor. Eu e ele num dia que ficará para sempre no nosso coração. Um dia que, quando a dificuldade chegar, nos recordará que a vida é cheia de beleza. Até quando chove. Até quando os dias não são tão quentes e a dureza do caminho nos deixa os pés doridos.
Hoje, só posso agradecer a Deus toda esta beleza que Ele colocou e continua a colocar no nosso caminho (...)

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Da maldade humana

Há pessoas más. Ruins. Frustradas. Rancorosas. Pessoas que guardam no coração todos os momentos maus que viveram ao longo da vida em forma de revolta. Todas as pessoas têm um lado mau mas há pessoas que são más por inteiro e que não se esforçam por serem boas porque gostam de ser más. Têm prazer em estragar a alegria dos outros por não conseguirem ser alegres. Gostam de pisar. Passam o tempo a emitir palpites irónicos sobre vidas que não lhes pertencem (e que gostariam muito de ter). Há pessoas assim. Eu não queria acreditar mas tenho de me render às evidências. Elas existem. Juro. 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Balanço

Não sei. Tenho de sossegar para fazê-lo e hoje, não é um bom dia. Vai ser (se tudo correr como desejo) a minha última passagem de ano de solteira e portanto, pretendo não pensar em questões existenciais. Para a semana...se calhar. 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

...

E há sempre um instante que pode mudar a vida inteira. Uma rajada de vento inesperada e cruel, arrastou uma cidade para a tristeza. Duas pessoas gravemente ferias, uma das quais já partiu. Uma cidade inteira que chora prostrada aos pés da impotência perante a morte.
Resta agora agradecer o dom da vida e rezar para que o outro lado da morte seja vida e só vida junto do Pai. A saudade fica sempre. A saudade não o seria se não doesse. E se dói, é porque valeu a pena. 
Há sempre um instante que pode mudar a vida inteira. Por isso é necessário fazer a vida valer.