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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Ai vida (III)



Fado -  (latim fatum, -i, oráculo, previsão, profecia) 
s. m.
1. Força superior que se crê controlar todos os acontecimentos. = DESTINO, ESTRELA, FADÁRIO, FORTUNA, SORTE
2. Aquilo que tem de acontecer, independentemente da vontade humana. =PROFECIA, VATICÍNIO
3. [Música] Canção popular portuguesa, geralmente interpretada por um vocalista (fadista), acompanhado por guitarra portuguesa e por guitarra clássica. [Surgido na Lisboa popular do século XIX, e progressivamente difundido pelo resto do país, o fado tornou-se um ícone cultural de Portugal. Geralmente lento e triste, sobretudo quando fala de amor e de saudade, o fado também pode ser animado e jovial quando aborda temas sociais ou festivos. Em 2011, a UNESCO considerou o fado património cultural e imaterial da humanidade.]

Pois. Com uma herança destas, o máximo que podemos esperar é chegar à final do mundial de 2014, e perdermos 1-0 nos últimos 10 segundos  do prolongamento. 

Com a Espanha.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Hoje ouvi dizer...

...que em 2011, houve em Portugal mais mortes do que nascimentos.
E que temos uma das mais baixas taxas de natalidade do MUNDO.

E juro que fiquei, realmente, muito preocupada.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Sem saída.

Há dias do Inferno. Hoje, acordei tão mal humorada, que tenho a certeza absoluta que se me chatearem muito a cabeça, sou capaz de ser mal educada. 
Estou naqueles dias em que só me apetece fechar-me no quarto, pôr uns tampões nos ouvidos, desligar o telemóvel e todas as formas de conexão com o mundo exterior e ficar debaixo dos cobertores até esta porcaria de mundo em que vivemos, ficar melhor. 
O único problema é que esta porcaria de mundo precisa de mim para ficar melhor.
Bolas.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Fraquezas.

Óptima a sonhar. Péssima a concretizar sonhos. 
Mais vale pensar que o mundo acaba mesmo este ano. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Balanço tardio

Dois mil e onze foi basicamente uma porcaria. Muito stress, muitas decepções, muitas crises, muitas viagens ao Porto de autocarro para fazer um ano de mestrado que foi importante sim senhor mas que não acrescentou nada à minha felicidade, duas mudanças de casa com todas as chatices que isso traz. Enfim. Não gostei. Aconteceram algumas coisas boas pelo meio, mas disso não me apetece falar.
Só espero que este ano seja melhorzito. Há quem diga que isto tudo vai acabar de vez. Desde que antes eu cumpra a minha tarefa aqui no planeta, por mim, tudo bem.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A vida...

...é dura. E ponto final.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Lista de afazeres

1 - Ir às compras
3 - Passar a roupa a ferro
5 - Limpar a casa de banho
4 - Não enlouquecer.

domingo, 4 de setembro de 2011

Oração a Ti, que me ouves

Desculpa...Sabes que não é nada contra Ti. Estou cansada. E talvez isso não seja justificação para nada. Ou talvez sim... 
É por minha causa. É por causa da confusão e da dor e da incerteza. É por causa de não saber se é por aqui. É por ter quase a certeza absoluta que não é, de facto, por aqui. E depois, quando me sinto assim, falta-me tudo e a força também. 
Desculpa se estou a falhar. É de propósito. É a maneira mais simples (e mais cobarde) de revolta. Contra esta coisa em que vivemos. Não tenho jeito para grandes lutas. Sou atrapalhada na hora de optar e falo baixinho. Por isso não sei lutar de outra maneira. 
Vamos fingindo que é tudo normal e que a vida passa e que é assim mesmo e que tem de se aguentar porque as coisas estão mal e que não se pode ter muitas ilusões...Mas um dia já não dá mais. E acabou-se. É por isso que abomino vidas mornas e decisões assim-assim e vai-se andando. Porque um dia, acabou-se mesmo, quando na verdade, já tinha acabado há tanto tempo! 
Falho para provar a mim própria que já não consigo não falhar, que estou farta e que quero lá saber o que pensa o mundo! 
Mas desculpa. 
E ajuda-me por favor...como sempre.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Revolta de última hora

Esta coisa de sonhar é muito bonito. Mas ó pah...um conselho para ti que me lês: quando sonhares, sonha com alguma coisa que pode realmente acontecer. Porque essa baboseira de que "tudo é possível" e estrelinhas e borboletinhas e florinhas e coraçõezinhos (como raio se escreve isto?) é uma grande treta. A sério. Sonhar para aquecer, como se diz algures por aqui "não dá com nada". É que com nada mesmo. Nadinha.

Isto passa, isto passa. Espero eu.

domingo, 3 de abril de 2011

Assumo.

Não sou forte nem corajosa. Não sou. Tenho muitos medos. Tenho. E depois? Esta mania que os outros têm de apontar o dedo e de arreganhar os dentes, quando percebem as fraquezas de uma pessoa. Sou fraca sou. Assumo. E agora? Quem terá a coragem de atirar a primeira pedra?

O medo é irracional. Eu não.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Entre fugir ou enfrentar?...

...escolho fugir.

Porque não me apetece argumentar. 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ridícula.

Eu. Adianta tanto pessimismo? Adianta? Se adiantasse ainda vá que não vá. Mas não. É que cada vez me afundo mais nas minha percepção de que está tudo uma desgraçada. E cada vez a desgraça fica maior.
Por isso mesmo, não entendo porque raios os meus últimos posts são esta miséria que se vê. Segundo o livro "O Segredo", eu devo ser a criatura mais eficaz no que toca à atracção da desgraça.

É que nunca mais aprendo.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não é que me tenha esquecido...

...é mesmo falta de tempo, de inspiração, de paciência e de motivação para escrever. Um blog precisa de alguém que se dedique a ele, e eu neste momento, sinceramente, sou tudo menos uma pessoa dedicada ao que quer que seja. 
A pessoa que inventou as férias, sabia o que fazia e percebeu que elas eram mesmo necessárias. E férias, é coisa que eu não tenho já lá vai meio ano.
Se eu não fosse uma pessoa educada, escrevia aqui uma série de palavrões que é o que me apetece. Como não o farei, resta-me ir dormir e esperar que amanhã o ânimo melhore que isto hoje, tal como diz uma das velhotas lá do lar "não está p'ra risas".


Nota: Risas = risos

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

EM CRISE

Não dá. Vou só ali recriar-me e volto já.

domingo, 17 de outubro de 2010

Continuando com o pessimismo

Estou farta de crise. Não entendo nadinha de política, muito menos de economia mas quando olho para este país percebo que não é preciso entender nada de política nem de economia para notar que algo de muito mau se está a passar por aqui.
Tenho 25 anos e não quero emigrar.
E não é fácil ter-se 25 anos e não querer fugir daqui.
Não adianta ser pessimista mas desconfio que também já não adianta ser optimista. Aliás...desconfio que já não adianta mais nada.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Para que fique claro que eu, demasiadas vezes, não sou flor que se cheire...

...e numa tentativa de exorcizar os meus podres, assunto sobre o qual tenho reflectido bastante nos últimos dias, aqui fica a lista (extensa mas não exaustiva) daquilo que há de pior em mim.

Sou teimosa. Não gosto de não ter razão. Deixo tudo para a última hora. Sou pessimista. Sou complicada (muito, muito complicada). Sou um bocado hipocondríaca mas detesto tomar medicamentos quando tenho de os tomar. Sou parva e estúpida e rabugenta e insuportável para as pessoas de quem gosto mais, quando estou de mal com a vida. Estou muitas vezes de mal com a vida sem saber porquê. Faço filmes (quase sempre filmes de terror). Sou preguiçosa e desmotivada quando tenho de fazer alguma coisa que não gosto. Tenho mau feitio quando durmo pouco. Digo aos outros para comerem direitinho e saudável e eu como de forma errada muitas vezes. Sou antipática quando estou a fazer alguma coisa contrariada mesmo que as pessoas para quem eu sou antipática não tenham nada a ver com o assunto. Penso demais. Sou impaciente. Não sou persistente. Não acredito em mim. Choro por tudo e por nada. Sou sensível demais. Sou ansiosa e stressada. Gosto de tudo perfeito mas se vejo que não vai ficar perfeito desisto antes de começar. Canso-me depressa das coisas. Reclamo demais e por isso sou muitas vezes ingrata. Quando estou mal não consigo disfarçar. Sou mimada e carente. Não sei o que quero. Quando acho que sei o que quero já não quero o que achava que queria. Sou demasiado exigente comigo e com os outros. Sou insegura (...)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Da tristeza

As pessoas andam tristes. Todas as pessoas. Mais ninguém reparou nisso? Sou eu que ando a ver o mundo distorcido?...Pessoas tristes, sempre houve. Mas não como agora. Agora, eu olho à minha volta e o que oiço são conversas de desânimo em relação "ao sistema"...ou então, já nem oiço conversa alguma. As pessoas ficam caladas no seu canto, quietas e encolhidas como se tivessem medo de viver e de falar e de sorrir e até de dizer uns disparates. Nas noites de Agosto, vêm-se esplanadas repletas de gente de cara triste e desiludida, jovens agarrados aos telemóveis, cada um no seu mundinho virtual, onde não há espaço para conversas reais e enriquecedoras. Ou então,mesas cheias de garrafas de cerveja vazias ou copos com bebidas de cores duvidosas com gente "alegre" à força.
Ou isto sempre foi assim e eu é que não vi, ou então, está a passar-se algo de estranho e triste. Algum sociólogo será capaz de me explicar este fenómeno? É que eu ainda me lembro de sair à noite e ouvir gargalhas sonoras, jovens à conversa, grupos de amigos que tinham sonhos e lutavam por causas comuns. Ainda me lembro das crianças jogarem às escondidas na rua e de acreditarem no Pai Natal e de gostarem de comer gelados sentadas num banco de jardim e de serem felizes por isso. E de se notar que eram felizes por isso. Hoje há tudo em excesso. Há consolas, telemóveis, PSPS ou o raio que a leve, há seiscentos e tal amigos no facebook e mais trezentos e tal no hi5...mas mesmo assim as pessoas andam tristes. Mesmo assim, a solidão de tanta gente, parece ser cada vez mais evidente e o mais assustador de tudo é cada um parecer viver "bem" com isso.
A causa desta tristeza generalizada deve ser comum. Deve haver uma raiz bem profunda que originou esta planta venenosa que está a contaminar o mundo. 
E eu até desconfio onde está essa raiz. Mas isso, é um tema de conversa que seria interessante ter numa esplanada de Agosto, não fossem o desânimo e a tristeza camuflados por um telemóvel. Ou por uma garrafa de cerveja.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Esta mania que eu tenho...

...de não me contentar com pouco. De ser insatisfeita. De ser inconformada. De ter a necessidade irritante de querer sempre mais que isto. De não conseguir ver beleza na rotina...
É que ninguém me peça para ver beleza na rotina...ok?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Não sei II

Hoje queria ser pequenina outra vez. E não ter de enfrentar esta coisa que se chama responsabilidade. É duro ter de viver quando não apetece sair do nosso canto...e enfrentar um caminho que sabemos não ser bem o nosso... E é duro não poder chorar por já não se conseguir chorar.
Por isso, hoje queria muito ser pequenina outra vez e não pensar (por ainda não saber) o quão duro é este caminho às vezes (tantas vezes).
Ou então ser adolescente outra vez...para não ter a consciência de que, quando sofro, o meu sofrimento é tantas vezes vazio de razões...e que há quem sofra infinitamente mais do que eu. E para acreditar que a dor que sinto é a maior do mundo...porque é tão mais confortável pensar assim.
Hoje não estou triste, nem infeliz...estou só assim...nesta incerteza de não saber se gosto de estar aqui neste lugar neste momento.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Dizem por aí que as mulheres são complicadas...

...e é verdade.
Eu pelo menos, sou.
Mas muito!