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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Oh tão bom!

A Briseis ofereceu-me este selinho, que pelos vistos foi criado pelo escritor Alberto Zambade e portanto, não se trata de um selo qualquer não senhor. Fiquei contente porque a Briseis escreve mesmo muito bem e receber um selinho dela é coisa para se ficar vaidosa e assim. 
Então passo a citar as regras para que o selinho continue a alegrar os blogs por essa net fora:


As regras do Prémio Dardos são:
1 - Exibir o selo;
2 - Linkar quem o premiou;
3 - Escolher outros blogues para indicar o prémio;
4 - Avisar os escolhidos.


Para além "Do meu Pedestal" que é fantástico todos os dias, aqui fica a lista de blogs que fazem parte da minha leitura (quase) diária:

As Minhas Receitas   - é o meu blog de culinária de eleição  porque tem receitas super práticas e realistas (sem grandes complicações)
Derrotar Montanhas  - Deus tal como eu o vejo
Love is a fat song  - fala do amor de uma maneira muito real
MUNGU NI UPENDO - porque sei que o coração desta menina é muito grande
O Blog do Desassossego - faz-me rir muito muito
Sinto-te a falta - identifico-me com tantas coisas...

E pronto...obrigada Briseis e continuem todos a tornar os meus dias mais bonitos! 

terça-feira, 19 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Hoje, era mesmo isto que eu queria dizer

"Pouco a pouco, vamos aprendendo a viver sem interioridade. Já não necessitamos de estar em contacto com o melhor que há dentro de nós. Basta-nos vivermos entretidos. Contentamo-nos com funcionar sem alma e alimentarmo-nos só de pão. Não queremos expor-nos a buscar a verdade.

Vem Espírito Santo e livra-nos do vazio interior.

Já sabemos viver sem raízes e sem metas. Basta-nos deixarmo-nos programar a partir de fora. Movemo-nos e agitamo-nos sem cessar, mas não sabemos o que queremos nem aonde vamos. Estamos cada vez melhor informados, mas sentimo-nos mais perdidos que nunca!

Vem, Espírito Santo e liberta-nos da desorientação.

Às vezes interessam-nos as grandes questões da existência, mas não nos preocupa ficarmos sem luz para enfrentarmos a vida. Fizemo-nos mais cépticos, mas também mais frágeis e inseguros. Queremos ser inteligentes e lúcidos… Então, porque não encontramos sossego e paz?! Porque nos visita tanto a tristeza?!

Vem Espírito Santo e liberta-nos da escuridão interior.

Queremos ser livres e independentes e encontramo-nos cada vez mais sozinhos. Necessitamos viver e encerramo-nos no nosso pequeno mundo, às vezes tão aborrecido. Necessitamos sentir-nos queridos e não sabemos criar contactos vivos e amistosos. Ao sexo chamamos “amor” e ao prazer chamamos “felicidade”, mas quem há-de saciar a nossa sede?!

Vem Espírito Santo e ensina-nos a amar.

Na nossa vida parece não haver sítio para Deus. A Sua presença ficou reprimida ou atrofiada dentro de nós mesmos. Cheios de ruídos por dentro, já não podemos escutar a Sua voz. Submergidos em mil desejos e sensações, não chegamos a perceber a Sua proximidade. Sabemos falar com todos menos com Ele. Aprendemos a viver de costas para o Mistério.
Vem Espírito Santo e ensina-nos a ter fé.

Crentes ou não crentes, pouco crentes e mau crentes, assim peregrinamos todos muitas vezes pela vida. Na festa cristã do Espírito Santo, Jesus diz-nos a todos o que um dia disse aos seus discípulos, exalando sobre eles o seu alento; “Recebei o Espírito Santo!” Este Espírito que sustém as nossas pobres vidas e dá alento à nossa débil fé pode penetrar em nós por caminhos que apenas ele conhece."


Texto de Antonio Pagola, para o dia de Pentecostes

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Aquilo que preciso aprender...

...está aqui

Deus (também) nos fala assim.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Para vosso bem...

... lê-de isto meus caros. Lê-de porque vale a pena.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Já alguma vez tinha dito....


...que esta é a canção da minha vida?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Uma outra forma de olhar

E Agosto é todo o ano para mim
"Senhor, lembro-Te  os emigrantes.

Voltam em Agosto.
Olhamo-los e dizemos «eles».

Partiram e sabemos a razão.

Porque sonharam outra vida.
Sem pés descalços,
sem quilómetros a pé,
sem carregos à cabeça
sem a malga de barro onde escorria a seiva e donde se sorvia então um caldozito.

Voltam para dizer aqui a dignidade.

Voltam todos os anos em Agosto.
Carros enormes
e vestidos de outro jeito.

Voltam para casar.
Para baptizar os filhos naquela mesma igreja.
Voltam para ir a Fátima.
Voltam e existem.

Em Agosto revelam-se desejos e mistérios guardados todo o ano.

Palavras como berço, regresso, reeencontro.

Senhor, ensina-nos os gestos solidários
que lhes digam quanto os esperámos
nesta
e noutras terras que são suas.

Pressinto que todo o ano eles sentem como o poeta:

E ainda hoje, vou com o vento balouçando.
E Agosto é todo o ano para mim."

Maria Teresa Frazão

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tinha de partilhar...

«Acaso é esse o jejum que me agrada, no dia em que o homem se mortifica? Curvar a cabeça como um junco, deitar-se sobre saco e cinza? Podeis chamar a isto jejum e dia agradável ao SENHOR?» Is 58, 5


Nesta Quaresma, Senhor, que jejum me pedes?
É bom e justo fixar um “ponto de esforço”,
que me vá recordando, dia-a-dia, que o desprendimento e a mudança
são passos verdadeiros de conversão.
Mas estes pequenos gestos têm de ser sinais de uma decisão mais funda
de um querer mais decidido, de um desejo mais verdadeiro de perfeição.
Se assim não for, pelo possível e razoável,
mas acabo adiando a verdadeira questão:
mudar o meu coração!
É este o jejum que me pedes.
Só pode ser este: mudar, mudar mesmo, mudar até ao fundo.
Ainda que doa... mesmo que doa.
Mudar é cumprir aquele Teu desejo sobre mim
de ser tal como me pensaste:
homem inteiro, de coração aberto à verdade,
capaz de ser feliz, já e agora, apesar de toda a contingência do caminho.
Para que se cumpra o Teu desejo, tenho que me libertar
do que me prende ao que não dura,
e do que me amarra à ilusão.
É esta a mudança, é este o jejum.
Ajuda-me Senhor!


Oração da manhã da Rádio Renascença do dia 18 de Março de 2011 por: Rui Corrêa d'Oliveira

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

E já que estou numa de fazer posts com textos de outras pessoas...


...aqui fica um texto sobre o amor de Miguel Esteves Cardoso. Concordo. Com tudo. Frise-se muito bem: COM TUDO. Deliciem-se...

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O instante mágico


Gosto de Paulo Coelho por causa de coisas como esta:

"É preciso correr riscos. Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
Todos os dias Deus nos dá – junto com o sol – um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem - e será igual a amanhã. Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Este momento existe – um momento em que toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres. A felicidade às vezes é uma bênção – mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões – mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé. Pobre de quem teve medo de correr os riscos. Porque este talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir. Mas quando olhar para trás – porque sempre olhamos para trás – vai escutar seu coração dizendo: “O que fizeste com os milagres que Deus semeou por teus dias? O que fizeste com os talentos que teu Mestre te confiou? Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. Então, esta é a tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida.”Pobre de quem escuta estas palavras. Porque então acreditará em milagres, mas os instantes mágicos da vida já terão passado...“

In "Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei"

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Posso sentir-me vaidosa posso?

É que eu estive lá quando eles ensaiavam...é que eu conheço-os muito bem. É que eu sei as canções de cor...é que eu até participo numa das canções deles ("em cena"). É que eles são mesmo muito bons e sei que em breve vão ter todo o valor que merecem. E é que o novo disco está quase quase aí.
A certeza que eu tinha aqui há um ano atrás, começa agora a confirmar-se.

A Fabi tem olho tem...
Às vezes vá...Tipo esta.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Metade

"Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também."
Oswaldo Montenegro

quinta-feira, 23 de julho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O que é bom nunca acaba depressa


Ojos de Brujo. Chegaram. E porque são realmente bons permanecerão.


Ojos De Brujo - Nueva vida



"Nueva vida rayo de luz por mi ventana avisa de otro dia
ternura, caricia, como angelico de la guardia velas cada esquina
no imagine que algo tan bello y tan autentico iba a pasar me desperte
oliendo a menta sobre arena mojada en sal
run run que alegra mi canto y una vida que viene y otra se va

Mirada dulce que acuna con calma
oye y susurra cuentos sin fantasmas
quien me iba a decir que un amor tan profundo me iba a mi a latir en lo mas ondo de mi corazón
trae mistero el perfume que amanece de nuevo

viene y va
pero este amor que siento por dentro siempre permanecerá
viene y va
aunque se paren lo cuatro vientos o se dejen de calmar
viene y va
aunque este mundo se vuelva loco te quiero contar que
viene y va

Con tu mano huelo la felicidad
y vuelo ese instante sin pensar
cancion de amor que llena mi habitación
repleta de por qué nos y sensaciones nuevas"

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Porque às vezes algumas palavras valem mais que uma imagem

"Mankind Is No Island"

Um telemóvel, 40 dólares.

Filme vencedor do Tropfest 2008 .

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Cuidado. Pessoas em construção.

Antes de agires pensa bem no que fazes. Há por aí pessoas em construção.


terça-feira, 21 de abril de 2009

O que é bonito?

"O que é bonito
É o que persegue o infinito
Mas eu não sou
Eu não sou, não...
Eu gosto é do inacabado
O imperfeito, o estragado que dançou
O que dançou...
Eu quero mais erosão
Menos granito
Namorar o zero e o não
Escrever tudo o que desprezo
E desprezar tudo o que acredito
Eu não quero a gravação, não
Eu quero o grito
Que a gente vai, a gente vai
E fica a obra
Mas eu persigo o que falta
Não o que sobra
Eu quero tudo
Que dá e passa
Quero tudo que se despe
Se despede e despedaça
O que é bonito..."

Lenine

segunda-feira, 13 de abril de 2009

I can see

"A fusão de géneros e tendências na procura de uma linguagem musical comum na cena de dança mundial é o significado de música no dicionário dos Jazzanova. Este colectivo de Berlim, é formado por um trio de DJs, Jürgen von Knoblauch, Alexander Barck e Claas Brieler, para além dos produtores Stefan Leisering e Axel Reinemer (a.k.a Extended Spirit) e Roskoe Kretschmann (a.k.a Kosma)(...) A música dos Jazzanova passa pelo jazz, drum’ n’ bass ou funk com a mesma naturalidade com que absorve as vibrações das sonoridades latino-americanas. O trabalho feito pelo colectivo germânico tem passado essencialmente pelas remisturas de uma lista infindável de
grupos, também ela reflexo do ecletismo dos Jazzanova(...)" http://www.lastfm.com.br/music/Jazzanova/+wiki
O resultado é este




Brilhante.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Quando o amor é o fim...

...que importam os meios? =)