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quinta-feira, 16 de abril de 2015

O que mudou aos trinta

Quase nada mas o pouco que muda tem peso. 

1. Comecei a pensar que se quero ter mais do que um filho, tenho de me despachar porque depois a coisa complica (complica mesmo não vale a pena andar com teorias) mas ao mesmo tempo ainda nem sei se estou preparada para para ter filhos e isto está a criar em mim uma ansiedade que me dá dores de barriga. 

2. É mais difícil dizer o que penso, sobretudo porque "não cai bem" como, por exemplo, aos dezoito (se bem que eu sempre fui um bocado medricas nessas coisas e sempre tive imenso cuidado com as palavras. Às vezes acho que fui uma parva por não ter dito umas verdades, mas outras vezes acho que fui só educada). Dizem que com a idade a tendência é a sinceridade...não tenho experiências próximas que confirmem isto. Quanto mais velhas, mais dissimuladas. E isto leva-me para o ponto 3.

3. Acho que isto que me aconteceu não tem muito a ver com a idade...tem a ver com os últimos acontecimento que podiam ter sido aos vinte e ter causado em mim o mesmo sentimento que é o de (quase) total descrença na humanidade. Sublinho o "quase". 

3. Quando me mentalizei que já tinha trinta anos, coisa que só aconteceu passado um mês e tal, comecei a fazer planos para mudar de vida porque antes de pensar ter filhos, tenho mesmo de mudar de vida. Isto está a gerar em mim mais ansiedade ainda.

4. Comecei a procurar cremes com factor de protecção solar. Tarde demais eu sei.

5. Penso diariamente no sentido da vida. Sempre pensei mas de há uns tempos para cá tem sido um exagero. Não sei se é dos trinta ou se é mesmo de mim que sempre pensei demais e de tanto pensar falta-me tempo para agir. 


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Hoje faço anos e estou feliz por isso.

Gosto de festejar o aniversário porque com as desgraças que se vêem todos os dias, estar viva é uma sorte tremenda e temos mais é que celebrar. Aliás, por cada dia que estamos vivos, devíamos fazer festa. Mas como isso ia parecer "demasiado" e não há grande tempo, pelo menos comem-se uns doces e bebem-se umas cervejas no dia. E no fim de semana seguinte também, que isto de fazer anos à terça não dá espaço de manobra para grandes festejos. 
Posto isto, só tenho de dizer que estou feliz pelos meus trinta aninhos, que me sinto mesmo grata pela minha vida apesar de tantas vezes sentir que ainda está tão longe do que sonho para mim e que, neste tempo sobre o planeta terra (eu disse isto?), tenho aprendido que para se ser feliz não é preciso grandes coisas. Família, amigos verdadeiros (os outros não são amigos, são só conhecidos), saúde, sonhos e paz de coração. Tudo grátis portanto. O resto é só o resto e apesar de também contribuir para se viver bem, não é essencial.  Como graças a Deus tenho estas coisas todas, posso dizer que estou no caminho certo para um dia, daqui a (espero eu) muitos anos sentir que a vida valeu mesmo a pena. 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Blusas giras, casacos elegantes, sabrinas maravilhosas, vestidinhos justos e dois graus de temperatura são elementos que, para mim, são impossíveis de conjugar. Se não tiver uma camisola de gola alta quentinha com umas meias polares e uma botas, que nem me peçam para sair de casa. Não consigo entender gente que consegue andar na rua como se estivéssemos em plena primavera com um frio de rachar. 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Sonhos mas a sério.

O meu sonho é ter um sonho a sério. Daqueles sonhos grandes que não te dão sossego enquanto não se tornam reais...sabes? Eu não. Eu não sei. Eu tenho sonhos pequenos e fracos. Demasiado fracos para me fazerem levantar todas as manhãs e ir à luta. Vou sonhando aos poucos. Devagarinho. E se algum sonho começa a tornar-se demasiado grande, trato logo de o fechar à chave dentro de uma das mil gavetas do meu coração. Sei lá...acho que tenho medo. Acho que a luta diária pela simples sobrevivência já é tão desigual, que arriscar lutar ainda mais, me iria deixar de rastos. Mas isso, é porque não tenho um sonho que valha realmente a pena. Se tivesse, de certeza que não me importava...de certeza que não. Olho para gente que corre atrás, levanta-se demasiado cedo, deita-se demasiado tarde, e acho essa gente obstinada...mas gosto de ver...e gostava de conseguir. Mas isso, era se tivesse um sonho realmente grande. Um dia já tive. Mas como tenho sempre demasiado medo, fechei-o numa das mil gavetas do meu coração. E os sonhos não gostam de estar fechados. Acabam por definhar e morrer. É o medo, traiçoeiro, sempre a estragar a vida. A dar cabo da vida. Quem me dera ter um sonho que o destruísse de vez...Isto é um sonho grande não é?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Esta semana só é sexta feira no domingo. Já disse que odeio trabalhar nos fins de semana?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Muito. Bom.

A melhor coisa má para a saúde que inventaram foi esta. A sério. Comia cinco de uma vez sem me custar nadinha.

Repito: coisa má para a saúde. Só permitida em caso de vida ou morte. Tipo hoje. 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Hoje estou um bocado desmotivada. Deve ser do tempo.

Isto do foco e de alcançar objectivos é tudo muito bonito até ao momento em que chego a casa depois de um dia de trabalho, e tenho o jantar para fazer,  uma pilha de roupa para passar, mais uma de loiça, pó até mais não por todo o lado e setecentas coisinhas mais que nem é bem pensar. Para mim, que sou um bocado flor de estufa no que toca a dormir e que fico logo com o sistema imunitário todo lixado se não durmo as minhas oito horinhas, pensar em concretizar objectivos após as onze e meia da noite, é praticamente impossível. E não me venham com a história da força de vontade que eu até me considero uma pessoa motivada. E eu não tenho filhos e tenho um homem que me ajuda imenso. Assim sendo, vamos andando e amanhã logo se vê. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Conclusões de final de semana.

As boas intenções das pessoas são quase sempre mentira. Esta é a verdade que, com quase 30 anos de idade ainda me custa aceitar. Há conhecidos, há simpáticos, há até bondosos mas amigos...é assim a vida e eu tenho a sorte de ainda ter alguns (poucos mas os melhores de sempre). 
O que vale é que hoje é sexta feira e a vida parece sempre mais bonita às sextas feiras. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Promessas (sem cobranças) e desejos para 2015

- Comida sem glúten (adeus pão, adeus massas, adeus pizza) (mas não para sempre)
- Caminhadas (menos quando a temperatura descer dos 0 graus)
- Livrinho editado 
- Organização exemplar do escritório
- Viagem à Madeira
- Viagem a la France

E pronto. Conseguindo estas coisas serei uma mulher feliz. 


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Dois mil e catorze numa palavra


Vou sempre lembrar dois mil e catorze como o ano do meu casamento que foi o dia mais maravilhoso e incrível da minha vida (dizem que a opinião muda depois do primeiro filho mas por enquanto ainda é assim).Meio ano depois revejo as fotos e os vídeos dezenas de vezes e  há quem diga que é dinheiro deitado fora mas meio ano a ver fotos e vídeos talvez já compense a despesa. Meio ano depois estou ainda mais apaixonada e também há quem diga que isso acaba um dia mas eu não acredito, chamem-me inocente que eu não me importo. Por isso, por mais que me esforce em pensar noutros acontecimentos de 2014, não consigo encontrar nada de relevante além do casamento. É como se dois mil e catorze e casamento fossem sinónimos e casamento é sem dúvida a minha palavra do ano. 
Para dois mil e quinze só queria que, daqui a um ano, a palavra escolhida fosse tão maravilhosa como a deste ano...

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Limite

O limite é onde já não consegues mais. Para lá do limite, os dias são sempre iguais e maus mesmo que sejam diferentes e bons. Nesse lugar, para lá do limite, tu já não te reconheces. 
E quando percebes que o ultrapassaste? Há quem insista em continuar nesse território e ser infeliz a vida toda só porque não tem a coragem de regressar e há quem arrisque e regresse.
Eu acho que já ultrapassei o meu. Acho não, tenho a certeza.  
E está na hora de regressar. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Coisas que não gosto III

Xutos e pontapés.

Haverá mais alguém em Portugal que não goste? É que eu nunca na vida conheci ninguém e parece que os portugueses já nascem a gostar deles e eu acabo por me sentir um bocado esquisita. 

Setembro (?)

Ainda sou do tempo em que o Verão era no Verão, durava quatro meses e não tinha estes cheliques de só aparecer quando lhe dá na gana e Setembro era o mês das folhas a cair e das noites a ficarem mais fresquinhas. 
Trinta e sete graus a dois de Setembro quando no mês de Agosto não consegui dormir uma única noite sem pijama de mangas, é obra senhores. 
Desejo sinceramente que se mantenha assim a coisa até ao final do mês que daqui a uma semana vou laurear a pevide para a praia. 
Mas como as leis de Murphy me perseguem, quase consigo apostar que hão-de estar 42 graus no dia doze e 16 no dia treze que é o meu primeiro dia de férias. 
Aguardemos.  

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Neura

Há dias em que a neura é tão grande que me apetece insultar toda a gente que me aparece à frente.
Hoje é o dia.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Coisas que não gosto II

Pessoas que dão erros ortográficos. Muitos. Vários na mesma frase. 

Não há ninguém que as avise?

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fase da vida nhec nhec

Ainda não consegui perceber se sou eu que tenho uma vida muito ocupada, monótona e triste com dias de 24 horas que só me dão para lutar pela sobrevivência e para um café rápido ou se é o resto do mundo que é absolutamente feliz, com dias imensos que dão para publicar fotos (muitas) na praia, na piscina, no campo, a montar a cavalo, a fazer o pino, a tomar banhos públicos, a comer lagosta e a saltar ondas em praias paradisíacas. 
Só espero que o mês de agosto passe mesmo muito depressa. 
Ámen.

P.S. - Sentiram uma leve inveja no meu discurso não sentiram?...Pois. 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Balanço

Não sei. Tenho de sossegar para fazê-lo e hoje, não é um bom dia. Vai ser (se tudo correr como desejo) a minha última passagem de ano de solteira e portanto, pretendo não pensar em questões existenciais. Para a semana...se calhar. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Nos últimos dias...

...uma coisa enorme cresce cá dentro. Como se quisesse rebentar com as costuras do coração.
Não sei como se chama mas é parecido com a vontade de fazer tudo diferente.
E agora?

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A adolescência vista de longe I

Não há ninguém que explique às adolescentes que moram no distrito de Bragança, que andar de mini calções e collants cor de pele, num dia em que a temperatura máxima é de 6 graus, não é uma boa ideia?...

Sei lá...faz-me confusão pronto. 

Pior que trabalhar num Sábado de chuva...

...só mesmo trabalhar num Sábado de sol. 
Eu não mereço.